La Chajarat Mariam ou Rosa de Jericó é um feto que cresce nas regiões desérticas do Saara e do Rio Grande. O seu nome original em árabe deve-se à sua capacidade de voltar à vida após uma morte prematura.
A rosa de Jericó: a planta da Ressurreição
Embora os peregrinos cristãos que regressavam da Palestina tenham trazido esta planta para a Europa, os povos do Oriente utilizam-na há séculos.
No entanto, o que tornou este feto tão famoso foi a sua capacidade de reviver em apenas algumas horas. Em ambientes áridos, o Chajarat Maryam desidrata rapidamente quando a falta de água se torna uma preocupação. Enrola-se sobre si próprio e muda de cor até parecer uma flor morta e inerte. Pode permanecer assim durante anos.
Com a mais pequena gota de chuva ou uma hidratação súbita, ela reorganiza os seus ramos numa questão de horas e recupera o seu verde. É esta impressionante mudança de estado que levou as pessoas a darem a esta planta o seu nome original.
Rosa de Jericó pelos seus efeitos benéficos na fertilidade, na diabetes e nas alergias
Para além de renascer, a rosa de Jericó é um remédio recomendado para estimular a fertilidade nas mulheres, tal como o alecrim. pólen de palmeira. Para as mulheres com dificuldades em engravidar, os seus ramos podem ser utilizados sob a forma de uma decocção. Também são úteis para reduzir as dores. as contracções das mulheres prestes a dar à luz.
Rico em flavonóides, frutose e glucose, o Chajarat Maryam ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Por conseguinte, é benéfico no tratamento da diabetes.
É igualmente eficaz contra as alergias oculares. A sua ação está particularmente aprovada para o tratamento das conjuntivites.
Se há uma coisa a reter sobre a planta de Jericó, é que ela reaparece rapidamente com algumas gotas de água e é uma óptima forma de engravidar.
Fotografia não contratual



